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Mostrando postagens de novembro, 2025

💬 Histórias que ficam na memória

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  Cada um de nós tem uma primeira história que nunca esquece. Pode ser uma fábula contada pela avó, um poema lido na escola ou até uma canção de ninar . 👉 Qual foi a primeira história que marcou sua infância? Compartilhe nos comentários — vamos criar juntos uma coletânea de memórias literárias .

🔎 De onde vem “fulano”?

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 Você já reparou como usamos “fulano” para falar de alguém sem nome? Pois bem: a palavra vem do árabe fulān , que significa “alguém”. E olha só: ela aparece em Alinhavando , mostrando como até palavras comuns podem virar personagens cheios de vida. 📌 Curiosidade + poesia = leitura divertida e educativa.

🌞 Irmão Sol em imagem

  Hoje o poema vira arte. Vamos transformar os versos de Irmão Sol em uma imagem que brilha como o próprio astro. “ Brilha lá no alto, no infinito / Sua majestade o Rei Sol ” 📌 Imagem será publicada em breve — aguarde e prepare-se para sentir a poesia com os olhos.

📚 Para quem está começando a ler

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  O livreto Tico e Mel é perfeito para leitores iniciantes . Tem rimas suaves , personagens encantadores e uma história que mistura amizade, natureza e imaginação . Ideal para crianças em fase de alfabetização ou para leitura compartilhada entre pais e filhos. 📌 Disponível na Uiclap : Tico e Mel

💭 Brincando com perguntas

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  Hoje a provocação é simples: “Quando cai terra no olho da mãe d’água, será que arde?” Essa pergunta está em João Pé de Vento , mas poderia estar em qualquer mente curiosa. Responda nos comentários com sua própria pergunta poética!

✍️ Como nasceu João Pé de Vento

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 João surgiu de uma pergunta engraçada: “Batata tem caroço?” A partir daí, veio um menino cheio de ideias malucas, perguntas sem resposta e muita energia. “Se eu planto pé de cabrito, será que nasce um bode?” Curiosidade: O poema foi escrito em uma tarde de conversa com crianças curiosas. E você, já plantou alguma pergunta hoje?

📖 A Costureira

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    O tempo passa, o fio enrosca, a agulha tece. Esse poema costura palavras com delicadeza e ritmo. Ideal para começar a semana com poesia que trabalha o tempo e a linguagem. “ Da máquina o tempo desfaz / Tesoura, pano, fita, cortina ...” Dica: Leia em voz alta e sinta o som das palavras como pontos de costura .

👵✨ A Vovó Contadora de Histórias

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  No balanço da varanda, a vovó senta com o netinho no colo. O vento brinca nas cortinas, e o cheiro de bolo invade a casa. — “Era uma vez…” — começa ela, com voz suave. Os olhos do menino brilham, atentos, como se cada palavra fosse mágica. A cada conto, o tempo parece parar. O netinho ri das travessuras, se assusta com fantasmas de lençol, e se encanta com heróis que vencem dragões. No fim, sempre vem um abraço apertado e a certeza de que histórias são tesouros. “Quem conta histórias planta sonhos.” — J. Sollo 📌 Esse livreto mostra como a tradição oral — avós contando histórias — ajuda crianças a desenvolver linguagem, imaginação e afeto.

🌟 Brincando com a Poesia: livretos que crescem com o leitor

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  Imagine uma coleção de histórias que começa com os primeiros passos da leitura e acompanha o leitor até a adolescência — sempre com leveza, criatividade e poesia. Essa é a proposta de Brincando com a Poesia , uma série de livretos escritos por J. Sollo que encantam, divertem e educam. 📖 Livros que brincam com a linguagem Cada livreto é uma pequena joia literária: Para os pequenos , histórias como Tico e Mel e O Tatu que queria ser artista apresentam rimas, personagens cativantes e cenários mágicos. Para os curiosos , João Pé de Vento traz perguntas engraçadas e reflexões sobre o mundo. Para os mais crescidos , poemas como Irmão Sol e Alinhavando exploram temas mais profundos com beleza e sensibilidade. 🧠 Leitura complementar que funciona Esses livretos são ideais para: Crianças em fase de alfabetização Jovens que estão desenvolvendo fluência e interpretação Professores que buscam material leve e eficaz para trabalhar linguagem natural Pais que querem estimula...

🐢 Do alto ao mar: uma fábula sobre tempo e sabedoria

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  Nem toda corrida precisa de velocidade. Às vezes, o caminho mais lento é o mais profundo. A preguiça e o jaboti – do alto ao mar é uma fábula que celebra o tempo, a paciência e a amizade improvável entre dois seres que caminham devagar, mas enxergam longe. 🌳 Encontro improvável A preguiça vivia no alto das árvores. O jaboti, entre folhas e raízes. Seus mundos eram diferentes, mas o desejo de conhecer o mar os uniu. Juntos, embarcam numa jornada que é menos sobre o destino e mais sobre o que se aprende no caminho. “O tempo não é inimigo. É mestre.” — J. Sollo 🐾 Passos lentos, lições profundas A história é contada com leveza, mas carrega reflexões sobre pressa, propósito e convivência. Cada capítulo é uma pausa para pensar — como quem observa o movimento das nuvens ou escuta o som das folhas. 📚 Para todas as idades Embora seja uma fábula, o livro conversa com leitores de todas as idades. Crianças se encantam com os personagens. Adultos se reconhecem nas metáforas. ...

✒️ Esboços da alma: fragmentos que dizem tudo

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  Nem toda escrita precisa ser extensa para ser profunda. Às vezes, um verso solto, uma frase incompleta ou uma imagem sugerida são suficientes para tocar quem lê. Esboços nasceu dessa ideia: reunir fragmentos que, mesmo breves, carregam mundos inteiros. 🧩 O poder do fragmento Cada texto em Esboços é como uma peça de quebra-cabeça que não precisa de encaixe. São pensamentos soltos, reflexões poéticas, imagens que surgem e desaparecem — como sonhos que não precisam ser decifrados. “ Escrever é esboçar o invisível . E deixar que o leitor complete o desenho.” — J. Sollo 📓 Um livro para ler devagar Não é um livro para ser lido de uma vez. É para ser folheado, revisitado, sentido. Os esboços não têm pressa. Eles esperam o momento certo para fazer sentido — ou para não fazer, e mesmo assim tocar. 🎨 Bastidores da criação Esboços foi escrito em cadernos, blocos de notas, papéis soltos. Muitos textos surgiram em intervalos de silêncio, em cafés, em esperas. É um livro que re...

🌙 Contos que habitam a noite: reflexões antes das dez

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  Há algo mágico nas horas que antecedem a noite. É quando o silêncio começa a se instalar, os pensamentos ganham profundidade e as histórias se revelam com mais intensidade. Foi nesse clima que nasceu Contos Antes das Dez , uma coletânea que convida o leitor a desacelerar e observar o mundo com outros olhos. ✍️ Por que “antes das dez”? O título não é apenas uma referência ao horário. Ele representa um estado de espírito — aquele momento em que o dia se despede e a mente se abre para o inesperado. Os contos deste livro foram escritos com essa atmosfera em mente: breves, intensos, reflexivos. 📖 Um conto, uma janela Cada história é uma janela para um universo particular. Há personagens que enfrentam dilemas cotidianos , outros que vivem situações surreais, e alguns que apenas observam — como quem espera algo acontecer. E talvez aconteça. “Às vezes, o silêncio diz mais do que qualquer diálogo. E é nele que muitos dos meus contos se escondem.” — J. Sollo 🔍 Bastidores da escr...

Por trás das páginas: conheça meu universo literário

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  Seja bem-vindo ao início de uma jornada literária que convida você a mergulhar em histórias, reflexões e poesias que habitam meu imaginário. Sou J. Sollo , autor independente apaixonado por palavras, e hoje dou início a uma série de posts que revelam os bastidores, inspirações e curiosidades dos meus livros publicados. 📚 Meus livros Contos Antes das Dez ( Clube de Autores ): uma coletânea de contos que exploram o cotidiano com sensibilidade e surpresa, perfeitos para ler antes de dormir — ou antes de despertar. Esboços (Clube de Autores): fragmentos poéticos e reflexivos que desenham emoções e pensamentos em traços livres. A preguiça e o jaboti – do alto ao mar ( Uiclap ): uma fábula encantadora sobre tempo, sabedoria e persistência, com personagens que cativam leitores de todas as idades. Coletânea brincando com a poesia (Uiclap): um convite lúdico à poesia , onde brincar com palavras é também brincar com ideias e sentimentos. 🧭 O que vem por aí Nos próximos posts...