Quando o cotidiano dá um passo para o estranho
Todos os contos do livro têm essa mesma respiração:
o comum… até deixar de ser.
Aos poucos, a rotina se dobra.
O conhecido treme.
E o leitor percebe que entrou num território onde tudo parece normal — mas não
é.
É esse quase-imperceptível que faz o livro vibrar.

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