Lama Negra Teu olhar é como taça transbordante de cizânia Me dispara setas de veneno, flamejantes, rubras de dor Insensato coração é pois com esse falso amor que tu barganhas? Não me ferem todavia, já cri em teu falso amor: folha seca Não há orvalho que inunde a terra que o possa despertar Pisaste o mesmo caminho no qual plantei sementes Amargura, amargura, versos são notas tristes Embelezam mas não trazem nenhum balsamo enfim... Onde parece jardim florido é nada senão canyon desértico De unhas sujas, não poderias mesmo falar em limpidez Todavia tu te revestes d'um manto de pureza e sonhas... Ávida tua boca deseja o que teu olhar de brilho fugaz, perdeu Da amargura que tomou teus dias foge, porém com pouca pressa E de novo te fazes refém da solidão que gruda em ti como fuligem E tinge tua alma de negro furor e sucumbes virada em estatua de sal J. Sollo
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Em minha retina está gravada
A imagem de nossos corpos entrelaças,
Envoltos aos lençois
Com os quais desejo
Que seja feita minha mortalha
Para junto de mim, levar
Sempre o prazer de ser sua.
E já não precisas passar para
O outro lado do espelho,
Pois ele é apenas o detalhe
Que nunca poderá refletir
A beleza de nosso amor.
sangre
de
la
tarde
herida
en
la
mano
y
una
vela
de
mi
corazon
para
invitarte
y
darte
este
alma
que
viene
para
compartir
contigo
tu
bello
blog
con
un
ramillete
de
oro
y
claveles
dentro...
desde mis
HORAS ROTAS
Y AULA DE PAZ
TE SIGO TU BLOG
ESPACO DE UM POETA
CON saludos de la luna al
reflejarse en el mar de la
poesia ...
AFECTUOSAMENTE
ESPACO DE UM POETA
jose
ramon...